Sugar Daddy - Belo Horizonte
O melhor segredo de BH não fica na vitrine
Sugar Daddy - Belo Horizonte
O melhor segredo de BH não fica na vitrine
Título: O Peso que Ficou na Porta (Um Tarde em Belo Horizonte) Local: Flat discreto na Zona Sul
Eu a recebi no apartamento que mantenho para meus momentos de privacidade. Um ambiente neutro, climatizado, onde ninguém faria perguntas. Quando ela entrou, notei a tensão imediata em seus ombros. Ela usava um vestido social impecável, típico de quem saiu do escritório ou de um almoço de família, mas seus olhos denunciavam a ansiedade de 10 anos de um casamento morno.
Nas nossas mensagens, ela havia desabafado: "Sinto que virei apenas a mãe das crianças e a gestora da casa. Esqueci como é ser olhada com desejo."
Eu não perdi tempo com perguntas triviais. Servi duas taças de um vinho branco gelado e a deixei falar. Aos poucos, o álcool e a minha postura calma relaxaram a postura dela, mas o corpo ainda estava em alerta. Quando me aproximei, ela sorriu nervosa: "Podemos ir com calma? Eu nunca fiz isto..."
Sorri e usei minha altura e voz grave para passar segurança: "Não temos pressa. Vire-se. Vou tirar esse peso das suas costas."
Como conhecedor de técnicas de relaxamento e massagem tântrica, sei exatamente onde o estresse se esconde no corpo feminino. Ela deitou-se de bruços. Comecei manipulando os ombros, minhas mãos grandes e firmes desfazendo os nós de tensão que a rotina doméstica havia criado. A respiração dela mudou.
A massagem, que começou terapêutica, virou uma exploração sensorial. O óleo morno deslizava pela pele dela enquanto eu descia para a lombar e contornava os quadris. Ela arqueou as costas, soltando gemidos abafados no travesseiro. O ambiente mudou. O que era relaxamento virou eletricidade pura.
Mas a imagem que marcou aquela tarde aconteceu segundos antes de nos entregarmos. Ela parou, sentou-se na cama, tirou a aliança dourada do dedo e a colocou sobre a madeira fria da mesa de cabeceira. O som do metal batendo foi o único ruído no quarto.
Ela me olhou, com a respiração falha, e decretou: "Nesta cama, eu não sou de ninguém. Sou só minha... e sua."
Naquelas horas, naquele quarto anônimo em BH, ela redescobriu a própria pele. Foi possuída não como uma esposa, mas como uma mulher livre. Quando saiu, com seu "mimo" na bolsa e a pele corada, ela carregava o sorriso enigmático de quem tem um segredo delicioso que a cidade inteira jamais desconfiaria.
Local: Casa privativa "Pé na Areia" em Búzios O Gatilho: Uma viagem do marido e a ousadia de viver.
Tudo começou com uma mensagem dela numa terça-feira à tarde: "Ele vai viajar a trabalho. A casa vai ficar vazia por 4 dias. O que eu faço?" Eu respondi em dois minutos: "Você faz as malas. O jato sai amanhã cedo."
Ela hesitou, claro. A culpa sempre bate na porta primeiro. Mas eu a lembrei: "Você cuida de todo mundo o ano inteiro. Por três dias, deixe eu cuidar de você."
Quando chegamos à casa em Geribá, isolada e de frente para o mar, ela desabou. Não de tristeza, mas de alívio. Desligamos os celulares. O mundo lá fora deixou de existir.
A Conexão (Muito além do sexo) Não fomos para lá apenas para transar. Fomos para nos conectar. Passamos as tardes na varanda, dividindo garrafas de vinhos brancos e rosés, conversando sobre sonhos que ela tinha abandonado antes do casamento. Houve momentos em que ficamos horas apenas nos beijando. Não aqueles beijos rápidos de despedida de marido e mulher, mas beijos longos, molhados, intermináveis, daqueles que misturam o gosto do vinho com o desejo e fazem o tempo parar. Parecíamos dois adolescentes descobrindo a química pela primeira vez.
O Toque (A Massagem) Num final de tarde, com o céu ficando laranja, preparei o ambiente. O som das ondas quebrando a poucos metros era a única música. Com meus óleos aquecidos, fiz nela uma massagem completa. Minhas mãos percorreram cada centímetro daquele corpo que ela julgava imperfeito, mas que para mim era uma obra de arte. Comecei pelos pés, subi pelas pernas, pelas costas... A cada toque meu, ela se entregava mais. Ela não precisava ser mãe, nem esposa, nem profissional. Ali, ela era apenas uma mulher sendo adorada.
A massagem evoluiu para um amor lento, profundo e cheio de sentimento. Naquela cama com vista para o mar, a linha que separa o nosso "acordo" de uma paixão real ficou muito tênue. Nós nos olhávamos nos olhos enquanto fazíamos amor, uma intimidade que assusta, mas vicia.
O "Namoro" de 3 Dias Nós rimos, cozinhamos juntos, caminhamos na areia de mãos dadas no escuro da noite. Criamos uma bolha. Por três dias, estávamos, sim, apaixonados. Era uma paixão segura, blindada pelo segredo.
Quando voltamos para o aeroporto, o silêncio no carro não era pesado. Era de gratidão. Ela voltou para a casa dela, para o marido que retornava de viagem, para a rotina. Mas algo mudou. O brilho no olhar dela voltou. Agora, sempre que ela toma uma taça de vinho em BH ou sente um certo perfume no ar, ela fecha os olhos e volta para aquela varanda em Búzios, onde ela foi, por 72 horas, a mulher mais amada do mundo.